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Depois de lembrar, outro dia, o documentário sobre o Luiz Pacheco, na RTP 2: «Eu mostrar-te-ia o Quengue, o Camecungo, aprendi depressa uma guerra e digo: algum dia hás-de ouvir-me, digo que não dormias, quem dorme é o Luiz Pacheco mas a esse desculpo e empresto vintes.» E lembro ainda que quando, há uma boa mão-cheia de anos, o amigo jornalista trota-mundos Tiago Salazar foi entrevistar o Pacheco (não sei se ao Telhal) é claro que o dito, ouvindo o apelido do jovem repórter, que ainda por cima vinha pel'«O Diabo», tratou de o receber com forte aleivosia de palavreado!
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